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postado em by Pablo Villaça em Curso | 15 comentários

Poucas vagas QUATRO VAGAS restantes para o curso no Rio de Janeiro e apenas TRÊS DUAS VAGAS para o curso em São Paulo.

Já o de Joinville provavelmente será cancelado caso não melhore significativamente nos próximos dias, infelizmente. 🙁

Update: Curso em Joinville CANCELADO. (Primeira vez que sou obrigado a fazer isso em 20 edições do curso. Cry)

Curso em Joinville

postado em by Pablo Villaça em Curso | 19 comentários

Curso em Joinville confirmado: acontecerá entre 7 e 11 de junho!
 
Faltam POUQUÍSSIMAS vagas para o curso em São Paulo e as do Rio também estão se esgotando em ritmo rápido!

Curso – 18a. Edição – Balanço

postado em by Pablo Villaça em Curso | 17 comentários

Tamanho não é documento. Embora tenha sido a menor, em número de alunos, de todas as 18 edições que já ministrei do curso de Teoria, Linguagem e Crítica, a turma de Florianópolis foi também uma das mais adoráveis, comprovando a simpatia do povo do sul do país que eu já havia constatado em Porto Alegre e Curitiba. Com apenas 16 alunos (a título de comparação, as próximas turmas, no Rio e em São Paulo, ultrapassaram este número de matriculados em menos de uma semana de inscrições abertas), a sala podia até parecer vazia – e estava -, mas o carinho com que fui recebido e o envolvimento dos catarinenses mais do que compensou o baixo número de inscritos.
 
E que cidade linda (aliás, devo agradecer ao aluno Felipe Sabino, que na sexta-feira me levou para um longo passeio pelo norte da ilha, permitindo que eu conhecesse várias praias e pontos turísticos em pouco mais de quatro horas).

Bom, mas vamos, claro, ao balanço e à explicação
habitual: como sempre, entreguei um
formulário ao
final do curso para que os alunos comentassem e atribuíssem "pontos" à
experiência, sendo que as edições anteriores obtiveram as seguintes
avaliações (num máximo de 5 pontos): 4,20 (Décima sétima), 4,40 (Décima sexta), 4,62 (Décima
quinta
), 4,57 (Décima
quarta
), 4,47 (Décima
terceira
), 4,57 (Décima
segunda
), 4,76 (Décima
primeira
), 4,22 (Décima),
4,33
(Nona), 4,45 (Oitava),
4,07
(Sétima),
4,44
(Sexta)
e 4,27 (Quinta). Estas avaliações incluem os seguintes
itens, que são graduados com notas que vão de 1 a 5:
Infra-estrutura (instalações, recursos
audiovisuais, atendimento); Conteúdo; Didática (clareza de
exposição, domínio dos conteúdos); Estrutura do Curso (ordem dos
conteúdos, divisão do tempo disponível).

Desta vez, as médias das notas foram:
 
Infra-estrutura: 4,25

Conteúdo
: 4,69

Didática
: 4,87

Estrutura do curso
: 4,5

Média geral: 4,58. 

E com isso, o padrão se completa: as três edições que receberam as melhores avaliações até hoje foram aquelas ocorridas no Sul. 

E agora, vamos à foto tradicional de formatura:  

Cursos em Floripa, São Paulo e Rio de Janeiro!

postado em by Pablo Villaça em Curso | 24 comentários

UPDATE: Matrículas abertas também no Rio de Janeiro!

Atenção: falta apenas uma semana e meia para o início do curso em Florianópolis. Já fez sua inscrição? O prazo está chegando ao fim, hein? Wink

E… sim, depois de quase um ano, estarei de volta com o curso em São Paulo no mês de maio, de 10 a 14. 

Passagem por Fortaleza – Parte 2/2

postado em by Pablo Villaça em Curso, Viagens | 4 comentários

Outro restaurante que conheci graças ao Daniel Herculano foi o "Char Mô", que me encantou profundamente. Criado pelo casal Charles e Morena (ele, inglês; ela, paulista), este foi um dos pontos altos da visita a Fortaleza – e não só em função da comida deliciosa, mas dos anfitriões adoráveis. Depois de se conhecerem há dez anos enquanto trabalhavam na cozinha luxuosa de um hotel londrino, os dois se casaram e moraram na Alemanha e na Áustria antes de finalmente se aquietarem em Fortaleza. Lembrando um Ralph Fiennes mais ingênuo (rindo timidamente o tempo inteiro), Charles não só nos apresentou à sua (quente) cozinha como ainda preparou meu prato (um filé com queijo gorgonzola delicioso) diante de meus olhos admirados. Sempre quis aprender a cozinhar, mas vendo aquele sujeito alto se deslocando rápida e elegantemente pela cozinha me fez perceber que é preciso mais do que vontade para isso; é preciso também talento.
 
Morena, enquanto isso, dividiu histórias do passado do casal e alguns dos projetos que têm em mente para o restaurante, além de demonstrar um orgulho imenso pelo marido, cuja especialidade, segundo ela, é a confeitaria, que ele encara como Arte. 
 
E da forma como ele a produz, certamente é.
 
Foi uma noite magnífica coroada pela simpatia e generosidade do casal, já que Charles e Morena tratam os clientes com a intimidade de alguém que conduz um restaurante familiar. Resultado: me conquistaram completamente. Mais do que isso: me fizeram torcer pelo sucesso deste fantástico, aconchegante e delicioso restaurante.

Passagem por Fortaleza – Parte 1/2

postado em by Pablo Villaça em Curso, Viagens | 18 comentários

Em um dos posts anteriores, um leitor comentou que em função das constantes viagens feitas graças ao curso de Teoria, Linguagem e Crítica, eu poderia escrever uma espécie de "guia de turismo" sobre as cidades visitadas. Infelizmente, o tempo que passo em cada cidade é curto demais para permitir que eu realmente as conheça, mas sem dúvida alguma posso publicar aqui algo sobre minha experiência pessoal em cada uma delas – algo que de certo modo já faço no twitter ao publicar as fotos que tiro durante as visitas. Não é bem um guia, claro, mas mais um relato em primeira pessoa, mas, ei!, afinal este blog atende pelo nome de Diário de Bordo, certo?
 
Durante os nove dias que passei em Fortaleza, contei, claro, com um guia fantástico: meu amigo Daniel Herculano (que também assina a coluna Listas em Cena no Cinema em Cena). Ao lado de sua bela esposa, a dra. Kellen, Daniel me levou por uma jornada através de alguns dos restaurantes mais fantásticos que conheci desde que comecei a viajar com o curso – e foi graças à sua parceira de assessoria, Marisa Quixadá, que conheci o requintado "L'Ô", que conta com um ambiente agradável, uma decoração calorosa e pratos fantásticos criados pela chef Marie Anne, que conheci brevemente.
 
Só não recomendo sentar às mesas do lado de fora durante a noite, já que há chatos pernilongos (ou, em cearês, "muriçocas") rondando por ali, mas assim que nos mudamos para o interior do restaurante (algo facilitado pela ajuda dos ótimos garçons), a experiência se tornou irretocável.
 
——– ———-
 
Já no dia seguinte ao "L'Ô", fomos ao "Croco Beach", que, com suas duas piscinas (com escorregador) à beira da praia, deixou meus filhos enlouquecidos (claro que levei os filhotes para Fortaleza, ora). Quando já estávamos lá há algum tempo, Daniel me contou que fora naquela barraca que ocorrera a confusão com o turista italiano há alguns meses, quando, depois de beijar a filha na boca, o sujeito acabou sendo preso graças aos protestos de algum imbecil.
 
E é claro que imediatamente fiz questão de beijar não só Nina, mas também Luca, na boca. Às vezes, meu lado encrenquinha gosta de dar as caras.
 
——-  ———
 
Para finalizar esta primeira parte do post, link para uma matéria publicada no Diário do Nordeste sobre como enxergo a profissão de crítico. Escrita pelo simpático Fábio Freire, a matéria me deixou feliz e orgulhoso – isto é, até que vi a foto usada para ilustrá-la. Talvez em função do ângulo baixo e da grande angular, fiquei imenso, o que é uma terrível injustiça, já que no mesmo dia, durante uma leve chuva que caiu sobre a Fortaleza, tirei a camisa e a seguinte foto foi tirada de mim (só excluí o rosto porque… hum… estava com uma espinha na ponta do nariz e não quis estragar o retrato): 
 
 

Curso – 17a. Edição – Balanço

postado em by Pablo Villaça em Curso | 27 comentários

Ministro o curso de Teoria, Linguagem e Crítica há cerca de cinco anos. Neste período, foram 17 edições – e somente de janeiro de 2009 para cá, tive nada menos do que 353 alunos. Ainda assim, até hoje, ninguém nunca havia dito no formulário de avaliação do curso (que é preenchido anonimamente) que me achara antipático.

Até Fortaleza.

Sim, pela primeira vez em todos esses anos e alunos, fui considerado "antipático" por um dos integrantes da turma. Por outro lado, ele (ou ela) me deu nota 4 em 5 no quesito didática e, portanto, o estrago não pode ter sido tão grande assim. De todo modo, fiquei surpreso, mas… bom, é impossível agradar todo mundo.

Vamos então ao balanço e à explicação
habitual: como sempre, entreguei um
formulário ao
final do curso para que os alunos comentassem e atribuíssem "pontos" à
experiência, sendo que as edições anteriores obtiveram as seguintes
avaliações: 4,40 (Décima sexta), 4,62 (Décima
quinta
), 4,57 (Décima
quarta
), 4,47 (Décima
terceira
), 4,57 (Décima
segunda
), 4,76 (Décima
primeira
), 4,22 (Décima),
4,33
(Nona), 4,45 (Oitava),
4,07
(Sétima),
4,44
(Sexta)
e 4,27 (Quinta). Estas avaliações incluem os seguintes
itens, que são graduados com notas que vão de 1 a 5:
Infra-estrutura (instalações, recursos
audiovisuais, atendimento); Conteúdo; Didática (clareza de
exposição, domínio dos conteúdos); Estrutura do Curso (ordem dos
conteúdos, divisão do tempo disponível).

Desta vez, as médias das notas foram:
 
Infra-estrutura: 3,52

Conteúdo
: 4,33

Didática
: 4,63

Estrutura do curso
: 4,33

Média geral: 4,20. 

Curioso: se as duas edições no Sul do país renderam minhas melhores notas (Curitiba, 4,76; Porto Alegre, 4,62), as que ocorreram no Nordeste renderam minhas duas piores (Salvador, 4,07; Fortaleza, 4,20). Não sei explicar o motivo, mas não deixa de ser interessante. 

E agora, vamos à foto tradicional de formatura, que, infelizmente, não contou com a participação de 12 dos 39 alunos da turma: 

Mais um dia em Fortaleza

postado em by Pablo Villaça em Curso, Variados | 37 comentários

Quem dera eu pudesse dar o curso apenas no litoral. Nada contra cidades como Porto Alegre, Campinas e São Paulo, que me apresentaram a turmas às quais me apeguei talvez mais do que devesse (mas não consigo evitar; como já disse antes, sinto que cada turma me apresenta a dezenas de novos amigos), mas a vantagem de ministrar uma edição do Teoria, Linguagem e Crítica em cidades praianas é óbvia: durante o dia, me sinto quase (quase) em férias.
 
O segundo dia de aula foi, como de hábito, um pouco mais cansativo. Carregado em conceitos importantes (muitos dos quais chegam a ser quase abstratos, de certo modo), este é o momento ao qual preciso conferir o máximo de energia e ritmo para evitar que a turma se disperse – e o resultado é que sempre saio da aula exausto. Por outro lado, é sempre um prazer ver a turma aprendendo estes fascinantes detalhes sobre a construção narrativa e descobrindo explicações lógicas por trás de impressões que provavelmente a intrigavam há tempos. Além disso, essa edição trouxe uma novidade para mim: como acontece em uma espécie de aquário localizado no andar superior da Saraiva, ocasionalmente um cliente da loja para do outro lado da parede de vidro e fica observando o que ocorre lá dentro – algo que sempre me diverte imensamente, já que sei que eles não estão conseguindo ouvir direito o que digo (e nesses instantes sempre exagero na gesticulação apenas como piada interna).
 
Após a aula, meu amigo Daniel Herculano me levou para conhecer outro restaurante da cidade, o "Degusti", que tinha uma ótima cantora se apresentando ao vivo e uma pizza deliciosa (e fugindo do meu hábito de evitar álcool, tomei duas caipiroskas muito, muito boas, o que talvez explique meu alto teor etílico neste momento. Aliás, logo em seguida publicarei uma foto minha nu e segurando um cartaz de O Poderoso Chefão).
 
Esta viagem tem sido muito boa. Acho que vou estender a duração do curso para três semanas.

Em Fortaleza (e jantar no Vojnilô)

postado em by Pablo Villaça em Curso | 11 comentários

Cheguei a Fortaleza na tarde de sábado depois de dormir por apenas três horas em Campinas, já que a turma de lá me levou para um restaurante depois da última aula e cheguei ao hotel tarde e ainda sem ter arrumado as malas. Recebido no aeroporto por meu amigo (e ex-aluno) Daniel Herculano, colaborador de O Povo e do Cinema em Cena (onde assina a coluna Listas em Cena), fui direto para o hotel, onde deixei a bagagem, para só então seguir para a Saraiva Megastore do shopping Iguatemi, onde o curso acontece. Recebido com simpatia por Maíra, com quem acertei o evento na loja, conheci o local das aulas – uma espécie de aquário no andar superior da Saraiva – e retornei ao hotel para uma boa noite de sono.
 
No domingo, mais uma vez acompanhado por Daniel, sua esposa Kellen (que também fez o curso em Salvador, em janeiro de 2009) e pelo irmão desta (de quem tirei comprometedora foto com uma pochete, que ele alega odiar), conheci o Beach Park, que me enlouqueceu – aliás, só mesmo nesse estado mental perturbado para descer o Insano, escorregador com 41 metros de altura. Infelizmente, o que eu não sabia era que minha velha amiga Suzy, que conheci ainda nos tempos do BBS (em 1994, 1995, portanto), estava de plantão no parque nesse dia – e quase lamento não ter me machucado no Insano para ser tratado por ela.
 
Já na segunda, estreei a décima-sétima edição do Curso de Teoria, Linguagem e Crítica, completando 11 edições em pouco mais de um ano, desde que comecei a viajar com as aulas (a "première" foi em janeiro de 2009, em Salvador, embora eu tenha feito uma "pré-estréia" em julho de 2007, em São Paulo, mas numa edição modificada). Com a sala lotada e alunos que já se mostraram bem-humorados e que rapidamente se entrosaram, trocando informações pessoais e casos, a primeira aula correu de maneira agradável e dinâmica, o que sempre me deixa feliz.
 
E foi aí que Daniel me levou para conhecer o restaurante Vojnilô, de seu amigo Lúcio Figueiredo.
 
Mineiro de Caxambu, Lúcio Figueiredo criou um espaço que traz uma decoração agradável e aconchegante e que combina plenamente com a personalidade de seu dono e a de sua esposa Manu. Além de nos atender pessoalmente e fazer sugestões de pratos, o chef não hesitou em aceitar nosso convite para se sentar à mesa conosco – e, curioso por natureza (e cozinheiro frustrado), logo o enchi de perguntas sobre suas origens, seu início como cozinheiro, a história do restaurante e todo o resto. Com isso, a noite passou rápida e deliciosamente. E o mais surpreendente: embora não seja particularmente fã de frutos do mar, poucas vezes saí tão satisfeito de um restaurante.
 
Assim como recomendei a pousada Casa Vila Bela em Salvador, neste post e neste, me sinto no dever de fazer o mesmo com o Vojnilô – e isso, acreditem, nada tem a ver com a amizade de Daniel e Lúcio, mas tudo a ver com a qualidade da refeição e a simpatia do dono do restaurante e de sua esposa.
 
E agora… dormir para me preparar para o segundo dia do curso.

Curso – 16. Edição – Balanço

postado em by Pablo Villaça em Curso | 14 comentários

De janeiro de 2009 até hoje, nada menos do que dez turmas passaram pelo curso de Teoria, Linguagem e Crítica – e se o pessoal de Campinas se mostrou um pouco mais reservado durante a semana (embora tenha participado ativamente das aulas, perguntando, comentando e se divertindo), esta postura se alterou radicalmente no último dia, quando todos pareciam infinitamente mais soltos e felizes com a experiência. E, como já vem se tornando tradição no curso, me levaram para conhecer um restaurante tradicional da cidade, o Giovanetti 5, onde pudemos bater papo, contar piadas e relaxar.

Aliás, seguindo outra tradição, é hora do balanço e da explicação habitual: como sempre, entreguei um
formulário ao
final do curso para que os alunos comentassem e atribuíssem "pontos" à
experiência, sendo que as edições anteriores obtiveram as seguintes
avaliações: 4,62 (Décima quinta), 4,57 (Décima
quarta
), 4,47 (Décima
terceira
), 4,57 (Décima
segunda
), 4,76 (Décima
primeira
), 4,22 (Décima),
4,33
(Nona), 4,45 (Oitava),
4,07
(Sétima),
4,44
(Sexta)
e 4,27 (Quinta). Estas avaliações incluem os seguintes
itens, que são graduados com notas que vão de 1 a 5:
Infra-estrutura (instalações, recursos
audiovisuais, atendimento); Conteúdo; Didática (clareza de
exposição, domínio dos conteúdos); Estrutura do Curso (ordem dos
conteúdos, divisão do tempo disponível).

Desta vez, as médias das notas foram:
 
Infra-estrutura: 3,75 (principal reclamação: sala quente demais)

Conteúdo
: 4,56

Didática
: 4,84

Estrutura do curso
: 4,47

Média geral: 4,40. 

Para concluir, os novos "formandos":