Música do dia

Música do Dia #15

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De Zodíaco, Débi & Lóide, Bobby e Sleepers – Vingança Adormecida:

 Donovan – Hurdy Gurdy Man

Música do Dia #14

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Escolha magnífica de Werner Herzog para encerrar seu igualmente magnífico O Homem-Urso:

 

Música do Dia #13

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Apesar de ter se popularizado na época de Uma Escola Muito Especial para Garotas, em 1983, esta música funcionou realmente (e surpreendentemente) bem no recente Il Divo:

 Trio – Da Da Da

Música do Dia #12

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Ah, a mente humana… Construção complexa, contraditória e que freqüentemente inclui saltos de lógica e gosto que embaraçam até mesmo seus donos… Como é possível que uma série que incluiu Dylan, Morricone, Rota, Hansard e Cartola inclua também… The Bloodhound Gang?

Não sei, mas tenho que ser honesto comigo mesmo e admitir que toda vez que ouço The Bad Touch fico contagiado. 

(Ah, sim, ela apareceu em EuroTrip e O Otário, o que é no mínimo sintomático. Além disso, está intrinsecamente relacionada à arte da crítica cinematográfica, já que inclui os inesquecíveis versos "Yes, I'm Siskel / Yes, I'm Ebert / And you're getting two thumbs up!".)

 Bloodhound gang – The Bad touch

Música do Dia #11

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Da trilha de Quase Famosos:

Lynyrd Skynyrd – Simple Man

Música do Dia #10

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Eu precisava de uma desculpa para publicar esta música, então… da trilha de Sr. & Sra. Smith:

 Bob Dylan – Lay, Lady, Lay

Música do Dia #09

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Hoje Heath Ledger completaria 30 anos. Triste.

 Willie Nelson – He Was a Friend of Mine

A Luz

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Meninos, eu vi!

Eu vi a Luz. Finalmente, a Luz!

Não sei exatamente como isto ocorreu. Talvez eu tenha sido chamado de volta à realidade quando alguns leitores gentilmente apontaram que, apesar de me dizer esquerdista, eu comprei um iPhone. Ou talvez tenham sido os comentários de leitores como Joca e Jorel, que, antes considerados por mim como reacionários estúpidos, finalmente passaram a fazer sentido ao explicarem que a ditadura brasileira nos salvou de uma pior, de esquerda.

O fato é que eu vi. Ao acordar no meio da noite, suado e ansioso, percebi os erros em meu caminho. Chamem de epifania, inspiração divina ou isquemia cerebral, o fato é, meninos, que eu vi.

Vi o que o pastor Jorge Linhares queria dizer ao pregar que os homossexuais estavam destruindo a instituição do matrimônio. Como eu disse para minha mulher hoje cedo: "Você é fêmea, eu sou macho. É claro que é assim que as coisas devem funcionar. Agora vá fazer meu café enquanto explico para o Luca que é hora de parar com essas intimidades e de começar a me chamar de "senhor".". Se antes eu não enxergava isso, é porque estava com a visão embaçada pelo charme do liberalismo. Mas agora eu vejo claramente. E oro com devoção para que tenha me redimido a tempo de ser arrebatado ao lado de meus irmãos. E já comprei, feliz, o pacote que entregará meus documentos aos meus parentes infiéis que forem deixados para trás.

Vejo, meninos, que Dilma Roussef é uma assassina criminosa. Que deveria estar na cadeia, não no governo. Vejo que ter lutado contra a ditadura militar e a repressão era apenas mais uma prova de seu total divórcio da realidade; os revolucionários verdadeiros, aqueles que fizeram a diferença, foram aqueles que discursavam na academia, usando o charme de líder estudantil para pegar mulheres, e que rapidamente fugiram para o exterior quando as coisas ficaram feias – ganhando, com isso, o charmoso título de "exilados políticos" sem que de fato tivessem precisado fazer o trabalho duro contra os militares.

Vejo, meninos, que votarei em José Serra em 2010. Desde que ACM Neto não saia candidato, claro.

Mas vi mais: ao ler a Veja desta semana, que assinei ainda de madrugada apenas para poder acessar sua versão online na íntegra, constatei que a única forma de me manter realmente informado sobre o mundo seria assinando os blogs de Reinaldo Azevedo e Diogo Mainardi. Que, a partir de agora, chamarei de pastores. Como Jorge Linhares.

Vi que o layout avermelhado do Cinema em Cena e deste blog eram uma homenagem sutil ao comunismo, essa invenção maligna que gerou capetas como Che e Lula.

Vi que ser um adulto com contradições aparentes é um erro. O mundo é preto ou branco e, portanto, assim também devemos ser como indivíduos. Corrigir minhas idiossincrasias, limando-as em prol de uma identidade sem nuances é, agora, minha prioridade número um.

Ou melhor: dois. Porque minha prioridade imediata é assistir a uma sessão tripla de Vovó…zona, O Paizão e Gigolô por Acidente, dos gênios Lawrence, Sandler e Schneider.

Meninos, acreditem: eu vi.

Música do dia:

Música do Dia #08

postado em by Pablo Villaça em Música do dia | 35 comentários

É curioso: na época de seu lançamento, Réquiem para um Sonho foi até indicado a um número razoável de prêmios, mas sua fabulosa trilha sonora, composta por Clint Mansell, foi solenemente ignorada por todas as premiações. Aliás, por todas, não: Mansell não só foi indicado como venceu a categoria Melhor Trilha da OFCS, da qual faço parte e em cuja premiação voto. Foi, tristemente, a única vitória (e a única indicação) recebida pelo compositor por este filme. No entanto, com o passar do tempo sua trilha se tornou cult e passou a ser usada também em vários trailers (inclusive os da trilogia O Senhor dos Anéis).

E é linda, realmente.

 Clint Mansell – Lux Aeterna (Versão)

Música do dia #07

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"Canon em Ré Maior" composta por Johann Pachelbel e utilizada por Robert Redford em seu Gente como a Gente.

 Pachelbel – Canon em Ré Maior