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Ebertfest 2012 #02

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Confira abaixo o debate do qual participei com meus colegas críticos do México, Polônia, Inglaterra, Canadá e Índia:


Ebertfest 2012

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Acompanhem aqui a cobertura do evento!

Mas já adianto que hoje, por volta de 22h30 (horário de Brasília), estarei no palco do Virginia Theater conversando com o diretor de fotografia indicado ao Oscar Stephen Goldblatt. Já amanhã, por volta de 12h30 (também horário de Brasília), participarei do debate “O que há de novo no Cinema ao redor do mundo?” ao lado de críticos de vários países. Confiram o debate com Stephen Goldblatt logo abaixo:


Já na sexta de manhã, darei uma master class sobre “Film Studies” para os alunos da Universidade de Illinois. Infelizmente, não será transmitida online.

Postarei aqui ao longo do festival. 🙂

O trabalho vocal de Julianne Moore (ou Filme Dublado, Não! #05)

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Em meu post sobre os malefícios da dublagem, comento, em certo momento, que  “atuar é criar um personagem. Isto envolve um profundo trabalho de composição e estudo envolvendo meses de pesquisas, ensaios, laboratórios e tentativas para que o intérprete descubra não só a psicologia de seu personagem, mas também a maneira com que este se move, gesticula e… fala. (…) Aceitar a dublagem é aceitar pegar todo o trabalho de composição de um ator, selecionar uma parte fundamental deste e atirá-la fora, substituindo-a por um elemento criado sem estudo, sem cuidado e com pressa”.

Lembrei-me disso ao ler uma entrevista concedida por Julianne Moore na época do lançamento de Mal do Século (Safe), de Todd Haynes, e durante a qual ela diz sobre sua personagem:

“Minha primeira chave para chegar até ela foi sua voz, seus padrões vocais. Comecei com uma cadência de fala típica do sul da Califórnia. É quase um ritmo cantado, sabe – as pessoas se referem a este sotaque como “a qualidade do Valley” que migrou pelo país e se tornou um padrão vocal universal dos Estados Unidos. Foi importante para mim que sua voz tivesse este tipo de melodia. E então eu encerrava cada sentença com um ponto de interrogação, o tempo inteiro. Assim, ela parecia incapaz de fazer uma declaração afirmativa, o que a tornava insegura e sem definição. Também fui além de minhas cordas vocais, porque queria a sensação de que sua voz não estivesse conectada ao seu corpo – por isso sua voz tem um timbre tão alto. (Minha personagem) é uma pessoa completamente desconectada de qualquer tipo de fisicalidade, de qualquer sentimento de ser ela mesma, de realmente se conhecer. Neste sentido, creio que as escolhas vocais que fiz serviram como metáfora”.

Dito isso, leiam o que um dublador brasileiro PROFISSIONAL tem a dizer sobre o assunto no vídeo abaixo (a partir de 2:41).

Transcrevo o trecho relevante:

Entrevistador: Quanto tempo o dublador tem para se preparar para dublar aquele trabalho que o (ator original) levou meses (para desenvolver)?

Dublador: Horas. (risos)

Entrevistador: E consegue fazer bem?

Dublador: Consegue fazer o melhor possível. (mais risos)

Desculpem-me, mas não creio que isto seja assunto para risos. Cinema é meu grande amor; a integridade da obra original é algo caro para mim e para qualquer um que realmente ama Cinema. Não há nada de engraçado em dizer que o trabalho de meses de um ator é substituído por outro feito em horas e sem qualquer estudo cuidadoso. E desculpem-me, mas… “o melhor possível” não é o bastante. Mais: é um insulto a quem paga o ingresso e recebe, de acordo com os próprios dubladores, uma versão que, comparada à original, é apenas “o melhor possível” que conseguem fazer em algumas horas.

Aliás, vejam a matéria linkada acima na íntegra e se surpreendam com o cinismo de Ricardo Szperling, diretor de programação da rede Cinemark, que chega a usar o inacreditável argumento em defesa da dublagem que transcrevo a seguir: “A qualidade de imagem (do Cinema) melhorou também. Você tem telas maiores, você tem produções melhores e com efeitos especiais… então… se você não tem rejeição a assistir a uma cópia dublada, você aproveita mais o filme”. Em outras palavras: o diretor de programação da Cinemark, além de não entender absolutamente nada de Cinema (“você tem produções melhores e com efeitos especiais”. Hum-hum), trata seus clientes como verdadeiros imbecis ao usar o débil sofisma de que se não tivermos problemas com a dublagem, aproveitaremos “mais” os filmes.

Inacreditável.

Titanic Super 3D

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Via Delson Darque.

Cenas icônicas completadas com… gatos.

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Gene Kelly no século 21

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Meu dançarino favorito do Cinema. (Sem querer desrespeitar Astaire, que também era genial.)

Todos os zooms de O Iluminado. Em sincronia.

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Making of Morte Cega

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Ah, mulheres…

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Corra, Tom Cruise, Corra!

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Em minha crítica de Missão: Impossível 3, escrevi: “Tom Cruise confere a Ethan Hunt a mesma energia insana com que encarnou os heróis de longas como A Firma, Guerra dos Mundos, Minority Report e os dois primeiros Missão: Impossível: quando corre, o ator parece estar realmente determinado a vencer uma disputa dos cem metros rasos”.

Já na de Missão: Impossível 4, comentei: “(…) o ator mal parece estar à beira dos 50 anos de idade, mantendo a mesma corrida intensa e desesperada que se tornou sua marca registrada em tantos longas.”

Assim, confesso ter achado divertido assistir ao seguinte vídeo que compila as corridas cinematográficas do ator:

P.S.: Eles esqueceram da corrida de A Firma.

Update: O leitor Thiago Ganzarolli enviou outro vídeo que compila as corridas de Cruise: