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Les Militaribles

postado em by Pablo Villaça em Vídeos | 10 comentários

Paródia de Os Miseráveis protagonizada por… juro!… integrantes da aeronáutica sul-coreana. E infinitamente melhor dirigida que o original.

The Sound of Silence em 40 anos

postado em by Pablo Villaça em Música do dia, Vídeos | 17 comentários

Esta tem sido minha música favorita pelos últimos 20 anos ou mais (lembro-me de escutá-la repetidamente ainda na adolescência, mas não sei se era já a predileta) e duvido que isto venha a mudar algum dia. Sou incapaz de escutá-la sem me sentir profundamente comovido.

Este post tem o propósito de homenagear a canção e seus idealizadores, Paul Simon e Art Garfunkel.

1966 (o que Simon faz com o violão em 1:50 me destrói; é lindo demais):

1981 (o corte em 1:46 é inspiradíssimo):

2009 (o melhor dos solos introdutórios):

Os indicados ao Oscar 2013… no início de suas carreiras

postado em by Pablo Villaça em Premiações e eventos, Vídeos | 33 comentários

Supercut.

Richard Dreyfuss em A Feiticeira

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Aos 19 anos, em um de seus primeiros papéis:

 

Ashley Judd, uma ameaça para os Republicanos

postado em by Pablo Villaça em Política, Vídeos | 26 comentários

Entre 1997 e 2004, a atriz Ashley Judd viveu um breve período de estrelato absoluto: qualquer produtor que precisasse de uma protagonista para um suspense/policial colocava o nome da moça no topo da lista. No entanto, como ela insistia em apostar em obras formulaicas, seus resultados de bilheteria foram diminuindo e, consequentemente, seu nome foi descendo na lista – o que, associado ao fato de que Diane Lane competia basicamente pelos mesmos papéis e encarava cenas de sexo mais fortes, acabou transformando Judd em uma vaga memória na mente dos cinéfilos. Isto prova não só que o público tem, sim, paciência limitada no que diz respeito a atores que insistem em fazer o mesmo tipo de filme repetidamente como ainda deixa claro o sexismo de Hollywood – e Ashley Judd, que sempre se proclamou feminista, tem um histórico de se recusar a ficar nua em certas produções que ela sentia estarem apenas interessadas em explorá-la (e é sintomático que ela tenha recusado o papel de Mulher-Gato para se dedicar ao papel da forte Maggie numa montagem de “Gata em Teto de Zinco Quente” para a Broadway). Seja como for, sua carreira em Hollywood está em franca decadência há alguns anos.

E é aí que a história fica mais interessante: em 2009, a atriz retornou à faculdade – Harvard! – e fez um mestrado em Administração Pública. A partir daí, começou a se envolver com ativismo político e, mesmo não abandonando Hollywood completamente, tornou-se uma defensora ardente de políticas públicas mais progressivas no que diz respeito ao meio ambiente, anunciando apoio entusiasmado à reeleição de Barack Obama.

Ah, mas a coisa fica melhor: como cresceu no estado de Kentucky, a atriz começou a considerar um ingresso formal na política da região – o que nos traz à corrida para o Senado em 2014. Desde 1984, o representante de Kentucky é o conservador Mitch McConnell, que durante a última eleição presidencial fez uma pesada campanha contra Obama através de mensagens que alegavam que este queria “tomar as armas da população”. Favorável à guerra do Iraque e defensor da manutenção de Guantanamo Bay, aquele pesadelo humanitário, McConnell atacou também o “Obamacare”. É, em suma, o representante perfeito de um estado conhecido por seu conservadorismo.

Assim, quem poderia derrotá-lo em 2014, considerando que ele permanece imbatível desde 1984?

Sim, os democratas parecem acreditar que Ashley Judd poderia realizar esta proeza – e nos últimos meses o nome da atriz passou a ser abertamente discutido pelo comitê eleitoral do partido. E querem saber a melhor parte? Os republicanos parecem realmente temê-la.

Como podemos ter certeza disso? Simples: a organização American Crossroads (um super PAC coordenado pelo perigoso e nojento Karl Rove, o cérebro por trás de Bush Jr.) acaba de lançar um vídeo de mais de um minuto que tem o único propósito de atacar Judd – antes mesmo que ela se torne um projeto de candidata. Trata-se de um comercial agressivo, baixo e que, honestamente, beira a paródia em seu maniqueísmo.

E que comprova que, caso realmente aceite a indicação, Ashley Judd pode se preparar para uma campanha muito, muito suja.

101 Xeque-mates do Cinema (e alguns da TV)

postado em by Pablo Villaça em Vídeos | 5 comentários

Adoro supercuts, vocês sabem.

(Update: abaixo do vídeo, algumas observações interessantes feitas por um leitor.)

Update: o leitor Yusanã Mignoni, um enxadrista dedicado, fez as seguintes observações sobre o vídeo:

 – Algumas cenas trazem uns mates muito interessantes. Algumas outras mostram posições que não só não são xeque-mate como também são posições improváveis ou impossíveis de serem alcançadas em uma partida regular.

– O vídeo mostra uma cena do Xadrez 3D, variante inventada para a série Star-Trek e que consistia em um tabuleiros sobrepostos e separados espacialmente por onde as peças viajavam de acordo com regras específicas (http://en.wikipedia.org/wiki/Three-dimensional_chess#Star_Trek_Tri-Dimensional_Chess).

– A maioria das partidas entre jogadores de clube termina antes da posição de xeque-mate. O jogador que está perdendo e se vê sem possibilidades de recuperação normalmente abandona a partida antes. Aliás, insistir em uma partida que já se sabe qual será o resultado e, por consequência, fazer o seu adversário continuar jogando desnecessariamente é considerado falta de respeito.

– Portanto, esse momento tão dramático e tão utilizado no cinema e na TV não é lá muito comum de ser visto em campeonatos de xadrez de alto nível. Menos provável ainda é ver alguém falando “xeque… (pausa de 3 segundos, olha no olho do adversário) …mate”.

– Outra: aos sete minutos e quarenta segundos temos o que chamamos de “Mate do Louco”. É o mate mais rápido possível de acontecer em uma partida de xadrez regular: dois lances no caso do mate ser executado pelas peças negras ou três lances apenas caso o mate seja executado pelas brancas (como na cena). http://pt.wikipedia.org/wiki/Mate_do_Louco

You Can’t Always Get What You Want

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You Can’t Always Get What You Want. Difícil aceitar, mas fazer o quê?

O jovem Tim Burton e…

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O vídeo abaixo é uma preciosidade: registrado em 1980, traz o jovem Tim Burton, então aos 22 anos, desenhando em sua prancheta nos estúdios Walt Disney. O material já seria único apenas por trazer a expressão hilária no rosto de Burton, mas há um detalhe adicional que eleva este vídeo de “curiosidade” a “putaqueopariuquecoisadocaralho!”: o sujeito por trás da câmera e cuja voz ouvimos é John Lasseter. O criador da Pixar. Que na época também era um animador da Disney e colega de trabalho de Burton.

“Uou” define.

Girl from the North Country

postado em by Pablo Villaça em Música do dia, Vídeos | 2 comentários

Há muitos problemas em O Lado Bom da Vida (e também algumas virtudes; discutirei isso na crítica), mas se há algo que sempre me fará gostar um pouco mais de um filme é a presença de “The Girl from the North Country”.

O vídeo abaixo, que registra Johnny Cash e Bob Dylan cantando a música, está fora de sincronia, mas… dane-se. São Cash e Dylan juntos.

(A letra da canção está abaixo do vídeo.)

If you’re traveling in the north country fair
Where the winds hit heavy on the borderline
Remember me to one who lives there
For she once was a true love of mine.

See for me if her hair hanging low
If it curls and falls all down her breast
See for me that her hair hanging low
That’s the way I remember her best.

Well, if you go when the snowflakes storm
When the rivers freeze and summer ends
Please see for me if she’s wearing a coat so warm
To keep her from the howlin’ winds.

If you’re travelin’ in the north country fair
Where the winds hit heavy on the borderline
Remember me to one who lives there
She once was a true love of mine.

If you’re travelin’ in the north country fair
Where the winds hit heavy on the borderline
Remember me to one who lives there
She once was a true love of mine.

Flertando através da música – Parte 2

postado em by Pablo Villaça em Música do dia, Vídeos | 1 comente

Há algum tempo, publiquei aqui um post que trazia a evolução da música romântica através dos anos. O vídeo ali contido trazia canções devotadas a figuras femininas.

Agora é a vez dos homens.