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Gotham High

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Gangnam Style… Bossa Nova Style

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Via Edgard Paiva.

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Dragon Baby e Iron Baby

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(Via meu ex-desafeto, depois aluno e agora amigo Rodrigo Baldin.)

Orgulhosa efemeridade

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Olhe-se no espelho. Sim, agora. Concentre-se nos seus olhos. Agora sorria para si mesmo. Estou certo de que, tenha você 18 ou 60 anos, reconheceu ali um pouco de quem foi anos atrás. E também de que percebeu o quanto mudou em pouco tempo.

Somos uma raça de vida breve. Se usamos a expressão “anos de cachorro” para transmitir o conceito de uma existência acelerada na proporção de 7 para 1, qualquer árvore, pedra ou grão de areia poderia conceber, se conscientes fossem, a ideia de “anos de humano” para demonstrar um ritmo ligeiro de passagem sobre o planeta. Para o universo, somos tão duradouros quanto moscas.

Pensei nisso ao assistir ao curta holandês abaixo, que cobre 100 anos de vida em um período de 150 segundos. Pedindo apenas que seus modelos dissessem suas idades para a câmera, o realizador expõe, de forma incrivelmente tocante, a brevidade de nossas existências – em um momento, vemos o rosto redondo, bochechudo e de olhos grandes de um bebê incapaz de dizer “um”; instantes depois, um senhor cuja calva parece prestes a se desfazer diante de nossos olhos, tamanha sua fragilidade, expele o número “95” com clara dificuldade. No entanto, o mais tocante é perceber como saltamos da aparência juvenil de pele viçosa às rugas e bolsas sob os olhos com rapidez: aos 20, vida, jovialidade e energia; aos 40, certo cansaço sob o sorriso; aos 60, resignação diante do envelhecimento; aos 80, manchas senis, flacidez e exaustão; aos 100, orgulho incontido por ter chegado tão longe.

Somando todos os modelos, 5.050 anos de experiências coletivas e amadurecimento. E ainda assim, apenas um bipe na história do planeta. Por outro lado, se quantificarmos as dores, alegrias, amores e desapontamentos por eles colecionados, perceberemos, tocados, a riqueza de nossa espécie.

(Via meu amigo Scott Jordan Harris.)

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Tenho um fraco terrível por supercuts.

 

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