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Se certos filmes tivessem uma fonte horrível

postado em by Pablo Villaça em Vídeos | 10 comentários

(via Fernanda Ferrairo)

Boa Sorte, Boa Noite, Má Dublagem (ou Filme Dublado, Não #06)

postado em by Pablo Villaça em Discussões, Não ao dublado, Sem categoria, Vídeos | 34 comentários

Eu não vou nem comentar a perda significativa do trabalho vocal de David Strathairn, que, captando as inflexões características e o tom imponente e repleto de autoridade de Edward R. Murrow, foi indicado ao Oscar, ao BAFTA, ao Independent Film Awards, ao SAG e venceu o prêmio de atuação em Veneza. Claro que pegar todo o seu trabalho de composição vocal criado ao longo de meses e substituí-lo pela voz de um dublador que teve algumas horas para a tarefa é algo que beira o absurdo, mas… nem é o que há de pior nesta cena específica.

O que quero que reparem é como a versão brasileira ignora completamente a decisão do diretor George Clooney e de seu designer de som ao incluir um eco durante o discurso de Murrow, substituindo o tom intimista de uma cerimônia voltada para a indústria jornalística por uma tentativa de grandiosidade, de salão amplo e espaçoso, que simplesmente não reflete a intenção dos realizadores.

E ainda há quem insista que dublar não é mutilar a obra original.

Michael Bay plagiador?

postado em by Pablo Villaça em Vídeos | 11 comentários

Aparentemente, Michael Bay é fã de David Fincher desde que este começou sua carreira como diretor de videoclipes.

E como poderia ser diferente?

postado em by Pablo Villaça em Vídeos | 9 comentários

Desde que o mundo é mundo que a Arte traz figuras masculinas em pose de reflexão ou virilidade e femininas como figuras a serem idealizadas, idolatradas ou simplesmente admiradas. As mulheres inspiram sem esforço; os homens são esculpidos para impressionar. E empalidecem e desmoronam diante delas.

Toda vez.

Hurt

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Totalmente tipo sei lá o quê, entendeu?

postado em by Pablo Villaça em Discussões, Vídeos | 12 comentários

Vi isso no blog fantástico do querido Jim Emerson e tive que traduzir, já que tem absolutamente tudo a ver com a discussão iniciada no post anterior:

Tradução (texto de Taylor Mali):

Caso não tenha notado,
de alguma forma tornou-se errado
soar como se você soubesse do que está falando?
Ou acreditar fortemente no que está, tipo, dizendo?
Pontos de interrogação invisíveis e parênteses (entendeu?)
vêm se anexando ao final de nossas frases?
Mesmo quando estas sentenças não são, tipo, perguntas?

Frases declarativas – assim chamadas
porque costumavam, tipo, DECLARAR coisas que eram fatos, ok,
ao contrário de outras coisas que, tipo, totalmente, entende, não eram —
foram infectadas por uma entonação interrogativa
totalmente descolada e tragicamente cool?
Como se eu estivesse dizendo:
não me considere um nerd só porque notei isso.
Não tenho nada pessoalmente investido em minhas opiniões.
Só estou, tipo, te convidando a se juntar a mim na minha própria incerteza?

O que aconteceu com nossa convicção?
Onde estão os membros sobre os quais andávamos?
Eles foram, tipo, cortados
com o restante da floresta tropical? Entendeu?
Ou não temos, tipo, nada a dizer?
Será que a sociedade se tornou tão repleta desses
sentimentos de pfnshnha
Que chegamos ao ponto em que somos
a geração mais agressivamente inarticulada
a existir desde…
você sabe, um tempão!

Então te imploro, eu te peço, te desafio
a falar com convicção.

Diga o que acredita de uma forma que evidencie
a determinação com que você naquilo acredita.
Porque ao contrário da sabedoria dos adesivos,
não é suficiente, hoje em dia, apenas QUESTIONAR A AUTORIDADE.
É preciso tê-la ao falar, também.

Não preciso de religião; tenho Ennio Morricone

postado em by Pablo Villaça em Cinema, Cinema em seu máximo, Clássicos, Vídeos | 26 comentários

Toda a performance é linda, de tirar o fôlego, mas quando “Ecstasy of Gold” começa aos 38:55… meu coração acelera. Toda vez.

Começo de carreira nunca é fácil (ou “Quando atores famosos vendiam a alma”)

postado em by Pablo Villaça em Vídeos | 10 comentários

publiquei aqui vídeos de Dustin Hoffman e Morgan Freeman fazendo comerciais para a tevê antes de se tornarem atores respeitados. Não foram os únicos.

Michael J. Fox aos 19 anos (mas com cara de 7), num comercial para o McDonald’s:

Samuel L. Jackson aos 27 anos em comercial para a cadeia de fast food Vintage Krystal: Leia mais

O primeiro Sherlock Holmes do cinema

postado em by Pablo Villaça em Cinema, Clássicos, Vídeos | 4 comentários

Dirigido por Arthur Marvin e protagonizado pelo senhor Anônimo (taí um mistério para o detetive de Conan Doyle solucionar), confira abaixo o primeiro filme estrelado pelo personagem Sherlock Holmes: Sherlock Holmes Baffled, de 1900. Duração: 30 segundos.

Aterrissagem em três pontas

postado em by Pablo Villaça em Vídeos | 8 comentários