Monthly Archives: junho 2012

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Videocast: 30 Anos de Blade Runner – Quem Era Deckard, Afinal?

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E como poderia ser diferente?

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Desde que o mundo é mundo que a Arte traz figuras masculinas em pose de reflexão ou virilidade e femininas como figuras a serem idealizadas, idolatradas ou simplesmente admiradas. As mulheres inspiram sem esforço; os homens são esculpidos para impressionar. E empalidecem e desmoronam diante delas. Toda vez.

Videocast Cenas em Detalhes #05 – 2001 – Uma Odisseia no Espaço

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Videocast ao vivo

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Nesta terça-feira, aqui, às 23 horas. Se a conexão do hotel em Santos deixar.

Hurt

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Voltas

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Voltas Poesia sem métrica ou rimas É menos poema E mais desabafo em versos Nasce quando a angústia Exige expurgo Mas a prosa soa por demais prosaica Para o que as palavras querem exorcizar Assim, a confissão se divide sozinha Quebrando-se naturalmente em versos Que por serem tijolos da poesia Supostamente evocam o sentimento Que um simples parágrafo ocultaria Esta é a beleza de um poema: Se expõe com verdade seu motivo Não precisa ser belo, elegante ou novo Que …

Amor por uma mulher inalcançável

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Annie Hall foi o sexto filme dirigido por Woody Allen – e, entre suas comédias, a melhor (considerando os dramas, fico entre Manhattan e Memórias, embora tenha grande afeto por vários outros). Revendo o filme nesta madrugada após perder o sono, fiquei fascinado por como Allen não economiza absolutamente nada como cineasta: usa telas divididas, legendas, rompe a quarta parede, emprega cenas de animação, investe em cenas fantasiosas, cria uma cronologia completamente quebrada (mas jamais confusa), abusa da metalinguagem e não …

Videocast Cinema em Cena: Cenas em Detalhes #04 – O Poderoso Chefão

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Missiva do futuro

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Cidade do Amor Divino (antiga Belo Horizonte), 22 de abril de 2035 Caro Pablo, se está lendo isso, é porque estou mort… hum. Não. Além de clichê, esta introdução está incorreta, já que, a rigor, estarei vivo em 2012. Portanto, guarde seu pesar (ou sua celebração) por mais 23 anos e permita que eu recomece. Como já percebeu pelo cabeçalho desta carta, escrevo do futuro. Não foi fácil enviar estas palavras – e explicarei mais abaixo exatamente como consegui contrabandeá-las …

Totalmente tipo sei lá o quê, entendeu?

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Vi isso no blog fantástico do querido Jim Emerson e tive que traduzir, já que tem absolutamente tudo a ver com a discussão iniciada no post anterior: Tradução (texto de Taylor Mali): Caso não tenha notado, de alguma forma tornou-se errado soar como se você soubesse do que está falando? Ou acreditar fortemente no que está, tipo, dizendo? Pontos de interrogação invisíveis e parênteses (entendeu?) vêm se anexando ao final de nossas frases? Mesmo quando estas sentenças não são, tipo, …