Monthly Archives: dezembro 2013

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Papai Noel (1898)

postado em by Pablo Villaça em Cinema, Clássicos, Vídeos | 2 comentários

O primeiro filme de Natal da História do Cinema.

Da Escrita

postado em by Pablo Villaça em Variados | 9 comentários

De Gary Provost (tradução minha): “Esta sentença tem cinco palavras. Aqui estão mais cinco palavras. Sentenças com cinco palavras funcionam. Mas várias consecutivas trazem monotonia. Ouçam o que está acontecendo. A escrita está ficando entediante. Seu som vira um zumbido. É como um disco quebrado. Os ouvidos exigem alguma variação. Agora escute. Alterando a duração da sentença, eu crio música. Música. A escrita canta. Ela ganha um ritmo prazeroso, uma melodia, uma harmonia. Eu uso sentenças curtas. E então uso …

A Rede

postado em by Pablo Villaça em Discussões | 12 comentários

Hoje tive uma conversa interessante, reveladora e que, como toda boa conversa, me fez perceber certas coisas que deveriam ser óbvias. A conversa foi com Ioná (que divide comigo a honra de ter dado origem às duas criaturinhas mais fantásticas do planeta) e começou com a informação de que ela iria largar o Facebook. “Mas por quê???”, questionei, como se ela houvesse dito que iria entregar as crianças para adoção. E o que ela disse a seguir não só fez …

Howardcantour.com

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A relação entre realizadores e críticos é curiosa: por um lado, há uma co-dependência que oscila entre um caso de amor e outro no qual os abusos são constantes de ambas as partes. O crítico pode, com uma análise cuidadosa, ajudar a demolir ou construir a reputação de uma obra ou de um cineasta (quanto menos conhecido o cineasta, maior a influência do crítico; após certo grau de notoriedade, a influência passa a ser nula); e este é, quem no …

O Pastor

postado em by Pablo Villaça em Variados | 122 comentários

Denis Gárgula subiu no palco e preparou-se para iniciar sua pregação. Contava com um teatro gigantesco e olhava, satisfeito, para a plateia na qual cada poltrona se encontrava ocupada por um fã acrítico. Sabia que poderia dizer o que quisesse e ser ovacionado – e já preparava-se para berrar seus habituais protestos de “Censura!” caso alguém se aventurasse a acusá-lo de espalhar preconceito e ódio. Era uma estratégia infalível que conferia a ele simultaneamente os postos de carrasco e vítima. …