Decifrando o Padrinho – 2a. Edição – Belo Horizonte

Na semana em que completei 40 anos, experimentei a curiosa e inédita (e, espero, única) sensação de dar aula logo após sofrer um acidente de carro – e justamente no dia de meu aniversário. Só isso já seria o bastante para tornar esta segunda edição do Decifrando o Padrinho memorável, mas o carinho dos alunos, que levaram presentes e palavras de afeto, acabou me marcando muito mais do que a batida. Embora ainda aprendendo a dar este novo curso, experimentei a mesma sensação de empolgação da semana anterior, quando o estreei em São Paulo, ao perceber o brilho nos olhos da turma a cada plano do filme analisado.

Se eu temia enjoar do filme após este curso, o oposto vem ocorrendo: nas duas últimas semanas, vi meu amor por O Poderoso Chefão aumentar exponencialmente. Se seguir neste ritmo, acabarei me casando com a trilogia e mudando meu sobrenome para Corleone.

Lamento apenas que, ao contrário do que ocorreu em São Paulo, o auditório não tenha agradado tanto, o que diminuiu a nota da edição. Vou ter que mandar Luca Brasi conversar com os responsáveis pelo espaço.

Como de hábito, entreguei um formulário ao final do curso para que os alunos comentassem e atribuíssem “pontos” à experiência, que incluía os seguintes itens, que são graduados com notas que vão de 1 a 5: Infra-estrutura (instalações, recursos audiovisuais, atendimento); Conteúdo; Didática (clareza de exposição, domínio dos conteúdos); Estrutura do Curso (ordem dos conteúdos, divisão do tempo disponível). As notas das edições anteriores foram: 4,81 (Primeira).

As médias das notas foram:
Infra-estrutura: 3,49
Conteúdo: 4,92
Didática: 4,95
Estrutura do curso: 4,57

Média geral: 4,48.

Sem considerar o auditório, levando em conta apenas o curso em si, a média seria 4,81.

Para concluir, a foto tradicional de formatura:

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postado em by Pablo Villaça em Curso