Decifrando o Padrinho – 4a. Edição – Porto Alegre

Quando fui a Porto Alegre com o curso pela primeira vez, várias pessoas me alertaram para a “frieza” dos sulistas. Era 2009 e visitei a cidade com o “Teoria, Linguagem e Crítica” e lembro-me claramente de iniciar a primeira aula temeroso.

Aquela não só se revelou uma das turmas mais divertidas entre todas as que já tive, mas também uma das mais carinhosas. E mais: cinco anos depois, boa parte da turma ainda mantém encontros regulares para ir ao cinema e discutir filmes e até mesmo um casamento resultou daquela edição. Desde então, voltei à capital do Rio Grande do Sul mais quatro ou cinco vezes e a percepção se manteve. Aliás, hoje posso dizer que tenho vários amigos ali.

Esta semana em particular foi bastante agradável, já que, além da turma adorável, eu estava discutindo O Poderoso Chefão – algo que seria uma delícia mesmo que eu estivesse falando para uma plateia de indivíduos que pregam a volta da ditadura milit…

… hum, tudo tem limite.

De todo modo, ganhei vários presentes (o que é sempre bom), ri bastante e matei as saudades daqueles gaúchos formidáveis – e só não cito nomes específicos porque seria injusto com os demais.

Como de hábito, entreguei um formulário ao final do curso para que os alunos comentassem e atribuíssem “pontos” à experiência, que incluía os seguintes itens, que são graduados com notas que vão de 1 a 5: Infra-estrutura (instalações, recursos audiovisuais, atendimento); Conteúdo; Didática (clareza de exposição, domínio dos conteúdos); Estrutura do Curso (ordem dos conteúdos, divisão do tempo disponível). As notas das edições anteriores foram: 4,62 (Terceira); 4,48 (Segunda); 4,81 (Primeira).

As médias das notas foram:
Infra-estrutura: 4,28
Conteúdo: 4,97
Didática: 4,97
Estrutura do curso: 4,78

Média geral: 4,75.

Sem considerar o auditório, levando em conta apenas o curso em si, a média seria 4,91.

Para concluir, a foto tradicional de formatura:

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postado em by Pablo Villaça em Curso