Pixar, Humanidade, Emoções – Parte 2

Em julho do ano passado, publiquei este post sobre a atitude da Pixar em valorizar a reação de uma fã à voz metálica de Wall-E – uma atitude que comprova que, apesar de ser um dos estúdios mais importantes de Hollywood (conseguindo se destacar independentemente mesmo fazendo parte da família Disney), a Pixar mantém o foco naquilo que realmente importa: a humanidade de seus fãs (e, conseqüentemente, de seus personagens).

Porém, se a história de Courtney já havia me emocionado, nada me preparou para este relato: tocados pelo desejo de um garotinha de 10 anos em fase terminal que queria assistir a Up, os responsáveis pela Pixar enviaram um funcionário do estúdio à casa da menina com um DVD do filme e presentes, já que ela estava fragilizada demais para ir ao cinema. Reparem que o filme já havia estreado, feito um imenso sucesso e que em nenhum momento a Pixar tentou explorar comercialmente sua boa ação (exatamente como no caso de Courtney). O estúdio quis apenas satisfazer o desejo de uma garotinha à beira da morte.

Que, de fato, morreu sete horas depois de ver o filme.

Podem me chamar de sentimental, mas, quanto mais descubro sobre a Pixar, mais me encanto com a empresa de John Lasseter.

postado em by Pablo Villaça em Cinema, Mundo, Variados

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