Para não dizer que só defendo os homossexuais…

Se você acha que sou um apaixonado defensor dos direitos gays, é porque ainda não me viu falando sobre as crianças. Quem me conhece sabe que, para mim, bebês e crianças são seres sagrados: se estou vendo um filme e surge na tela um deles, não consigo conter um largo sorriso. E vê-las sofrendo é, para mim, uma tortura indizível (nem preciso dizer que, ao final do magnífico documentário Dear Zachary, eu me encontrava absolutamente destruído, chorando convulsivamente e incapaz até mesmo de levantar do sofá).

Assim sendo, digo sem reservas: não sei o que teria feito caso tivesse testemunhado isto. Mas temo que não conseguiria conter meu impulso de voar na direção do pai do garoto.

"Mas, Pablo, você não disse, em posts anteriores, que a violência física é algo sempre condenável?"

Sim, disse. Mas faço um adendo: a não ser que ela seja usada para defender uma criança. 

(Oh, Deus: dois posts com potencial para controvérsias no mesmo dia. Vou ter um fim-de-semana cheio.)

postado em by Pablo Villaça em Cinema, Variados

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