Noite de arromba. Ao menos no papel. Literalmente.

Um dos aspectos deliciosos do curso de Teoria, Linguagem e Crítica, para mim, é a possibilidade de conhecer novas pessoas. Em cada edição do curso ganho a chance de fazer novos amigos, de estabelecer novas relações de afeto e sempre carrego ótimas lembranças de cada turma. Além disso, é sempre muito gostoso saber que os alunos têm a chance de estabelecer amizades com pessoas que antes não conheciam e que, afinal, dividem interesses similares – no caso, o amor pelo Cinema.

Em Manaus não foi diferente. E não sei se fico mais feliz de saber que, meses após o curso, a turma continua a se encontrar ou por ainda fazer parte das festanças dos alunos, mesmo que apenas no papel.

Dito isso, testemunhem um crime ocorrendo diante das câmeras:

A noite começou inocentemente, com bate-papo, piadas e casos…

 

Houve uma confraternização inocente, já que há muito tempo não nos encontrávamos…

 

E a alegria do reencontro era visível em nossos rostos.

 

Sem poder usar as mãos, fui gentilmente alimentado com comidinha na boca…

 

Mas logo aproveitaram minha vulnerabilidade para forçar álcool garganta abaixo:

 

Grogue, fui humilhado…

 

E logo o assédio teve início.

 

Inocente e alcoolizado, fui violentado.

 

Mas resolvi, por alguma razão, não prestar queixas à polícia.

postado em by Pablo Villaça em Curso, Variados

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