Férias?

O problema de ser seu próprio patrão é que você está sempre supervisionando seu empregado de perto: sabe quando ele está procrastinando, quando acorda e dorme, quando está distraído, quando está rendendo menos e até mesmo quando está de mau humor e detestando o emprego. Se você é workaholic, então, a coisa fica ainda pior. Em minhas últimas férias, em janeiro de 2009, aproveitei para dar o curso de Teoria, Linguagem e Crítica em Salvador. Antes disso, não tirava férias de verdade há quatro anos.

Assim, é claro que aproveitei minha passagem por Fortaleza para descansar um pouco – e isso só foi possível porque levei as crianças comigo, já que férias não são férias de verdade se não estou acompanhado de meus filhotes. Sim, mais uma vez a diversão foi acompanhada de trabalho, já que eu tinha que interromper os passeios às 17 horas para ir para o curso, mas ainda assim foi agradável o bastante para que eu considerasse a semana passada como um momento de diversão e descanso. 

Dito isso, não publiquei novos textos na semana passada e também não o farei esta semana. Considerem isso como uma espécie de "férias parciais", já que estou trabalhando na papelada do curta-metragem que dirigirei a seguir (e que foi aprovado na Lei Municipal de BH) e também selecionarei e treinarei nova equipe a partir da próxima segunda-feira. De todo modo, as críticas voltam na próxima sexta-feira. E o blog, claro, não parou.

postado em by Pablo Villaça em Editorial

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