Passagem por Fortaleza – Parte 1/2

Em um dos posts anteriores, um leitor comentou que em função das constantes viagens feitas graças ao curso de Teoria, Linguagem e Crítica, eu poderia escrever uma espécie de "guia de turismo" sobre as cidades visitadas. Infelizmente, o tempo que passo em cada cidade é curto demais para permitir que eu realmente as conheça, mas sem dúvida alguma posso publicar aqui algo sobre minha experiência pessoal em cada uma delas – algo que de certo modo já faço no twitter ao publicar as fotos que tiro durante as visitas. Não é bem um guia, claro, mas mais um relato em primeira pessoa, mas, ei!, afinal este blog atende pelo nome de Diário de Bordo, certo?
 
Durante os nove dias que passei em Fortaleza, contei, claro, com um guia fantástico: meu amigo Daniel Herculano (que também assina a coluna Listas em Cena no Cinema em Cena). Ao lado de sua bela esposa, a dra. Kellen, Daniel me levou por uma jornada através de alguns dos restaurantes mais fantásticos que conheci desde que comecei a viajar com o curso – e foi graças à sua parceira de assessoria, Marisa Quixadá, que conheci o requintado "L'Ô", que conta com um ambiente agradável, uma decoração calorosa e pratos fantásticos criados pela chef Marie Anne, que conheci brevemente.
 
Só não recomendo sentar às mesas do lado de fora durante a noite, já que há chatos pernilongos (ou, em cearês, "muriçocas") rondando por ali, mas assim que nos mudamos para o interior do restaurante (algo facilitado pela ajuda dos ótimos garçons), a experiência se tornou irretocável.
 
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Já no dia seguinte ao "L'Ô", fomos ao "Croco Beach", que, com suas duas piscinas (com escorregador) à beira da praia, deixou meus filhos enlouquecidos (claro que levei os filhotes para Fortaleza, ora). Quando já estávamos lá há algum tempo, Daniel me contou que fora naquela barraca que ocorrera a confusão com o turista italiano há alguns meses, quando, depois de beijar a filha na boca, o sujeito acabou sendo preso graças aos protestos de algum imbecil.
 
E é claro que imediatamente fiz questão de beijar não só Nina, mas também Luca, na boca. Às vezes, meu lado encrenquinha gosta de dar as caras.
 
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Para finalizar esta primeira parte do post, link para uma matéria publicada no Diário do Nordeste sobre como enxergo a profissão de crítico. Escrita pelo simpático Fábio Freire, a matéria me deixou feliz e orgulhoso – isto é, até que vi a foto usada para ilustrá-la. Talvez em função do ângulo baixo e da grande angular, fiquei imenso, o que é uma terrível injustiça, já que no mesmo dia, durante uma leve chuva que caiu sobre a Fortaleza, tirei a camisa e a seguinte foto foi tirada de mim (só excluí o rosto porque… hum… estava com uma espinha na ponta do nariz e não quis estragar o retrato): 
 
 
postado em by Pablo Villaça em Curso, Viagens

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